A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 29/08/2019
Promulgada pela ONU, Organização das Nações Unidas, em 1948, a Declaração dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. Conquanto, a proteção de dados na internet impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato par que uma sociedade integrada seja alcançada.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido quando se vaza informações de usuários na internet. Segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, em 2018, 47% de dados de pessoas foram vazados no undo inteiro. Diante do exposto, empresas que cuidam do armazenamento de dados dos usuários precisam ter mais segurança nos dados das pessoas. Faz-se mister, ainda, salientar o Facebook, que em 2018 vazou 87 milhões de dados de pessoas, como impulsionador do do vazamentos e dados. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas e a característica de “‘modernidade liquida” vivida no século XXI. Diante de tal exposto as empresas precisam ter algum tipo de criptografia de segurança para prevenir que os dados vazem.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Ministério Legislativo, deve criar leis severas que pune as empresas que vazam dados, e o Ministério de Segurança da internet, deve criar sistemas de segurança que proteja bem os dados de todo o mundo da internet. Dessa forma, o Brasil poderia superar o problema de vazamento de dados.