A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 07/10/2019
Segundo o autor do livro “Estação Carandiru” Dráuzio Varella escreve, “o presídio é um lugar repleto de maldade. São presidiários por furto, estelionato, assassinato, tráfico que não conhecem a verdade”. Em consentimento com essa citação ocorrem problemas na proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Em primeira análise crítica, cabe pontuar a educação de suma importância pra diminuir a criminalidade via internet e nas ruas. Pois, o ex-diretor geral da casa de detenção de São Paulo “Carandiru” José Ismael Pedrosa é citado no livro Carcereiros com a frase, “os presidiários devem entender que estão presos por crime cometido contra a sociedade e devem ser reeducados dentro da casa pra voltar à liberdade social”. Logo, bandidos na era digital devem ser reabilitados com trabalho e educação.
Em segunda análise crítica, cabe salientar a desigualdade social a causadora de crimes graves, como homicídio, roubo, tráfico até estupro. Segundo ex-diretor de segurança do Carandiru, “é mais fácil um cabelo atravessar o buraco de uma agulha, que um rico permanecer detido na casa”. Logo, é possível afirmar que mal uso de dados cibernéticos é crime cometido em grande maioria pelos cidadãos de classe baixa.
Portanto, medidas são necessárias pra amenizar esse tema problemático. É correto, a escola em conjunto com os poderes legislativo mais executivo atuar pra responder todas as dúvidas dos homens sobre denunciar, multar até prender infratores das leis de segurança de dados cibernéticos. Outrossim, o grande Ministério da Segurança deve investir na infraestrutura das delegacias e penitenciárias pra enquadrar cada criminoso nas devidas regras. Assim, buscar reabilitar os detentos com uso controlado de computadores e telefones celular pra conversar com a família. Em suma, encontrar na tecnologia um meio legal de viver na cidade e contribuir pro desenvolvimento social sem golpear e lesionar o próximo e proteger a privacidade de dados de cada indivíduo.