A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 01/05/2020

Os dados pessoais estão sendo hoje em dia processados na internet, diferente do que acontecia no passado, em que se arquivava em papeis. Com isso, agilizou o processamento de informações, no entanto, o compartilhamento de informações pessoais entre empresas se tornou algo extremamente comum, seja para induzir nas decisões das pessoas, como em eleições ou em compras, ao divulgarem ou venderem para empresas que serão beneficiadas.

Segundo o site Murah o risco cibernético é o 5° mais preocupante no mundo, e o principal risco na América Latina. Por conseguinte, o mundo digital encontra-se influenciando pessoas constantemente ao redor do mundo, como exemplo, temos as eleições dos Estados Unidos, em que o partido de Trump comprou dados pessoais de eleitores no Facebook, analisou as necessidades e tendências das pessoas, se beneficiando nas eleições. Com isso, houve muitos questionamentos na justiça, se houveram falha na democracia, já que as pessoas foram diretamente influenciadas a votarem em seu partido.

Além disso, não é incomum o fato de que ao se fazer uma pesquisa de alguma compra, depois o usuário receba várias ofertas em diversos locais, como por exemplo, no email, correio e anúncios em redes sociais. Tal fato se deve ao compartilhamento de dados pelas empresas, o que demonstra total falta de privacidade no meio digital.

Portanto, é necessário que o Senado Federal aprove a lei de privacidade de dados pessoais na internet, para que com isso, as empresas não compartilhem mais informações pessoais das pessoas, não correndo o risco de desrespeitar as democracias e a liberdade individual. Por fim, o Governo fiscalize através de pesquisas online para as pessoas, se após a aprovação da lei, elas se sentiram influenciadas por propagandas, e quais empresas ainda continuaram com tais anúncios, para que se possa investigar se ainda continua o compartilhamento de informações entre empresas realizando a correta punição.