A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 22/04/2020
Na Segunda Guerra Mundial, com a necessidade de desvendar códigos pelos quais os menbros do Eixo se comunicavam, houve a necessidade de se criar o que atualmente chamamos de computador. Hoje, ele exerce muito mais funções do que em sua criação, estando na palma da mão da maioria dos brasileiros. Esses, por sua vez, acabam por colocar seus dados pessoais que, se não bem geridos, chegam as mãos de pessoas má intencionadas causando prejuisos a muitos cidadões.
Em primeira análise, pela internet ser um “local livre” e não ter grandes reguladores, pessoas menos informadas acabam caindo em golpes, como “uma propaganda que promete a solução de algum problema em troca do cadastro de seus dados em determinada plataforma”. Já se somam mais de 50% da população que teve seus dados como RG e CPF vazados para saites. Esses dados acabam por serem anunciados de forma online e podem ser comprados por qualquer um para serem usados das mais diversas maneiras. Você, não só não resolve seu problema, como acaba criando um ainda maior.
Em segunda análise, os riscos desses atos são os mais variados, sendo ter seu e-mail invadido a até sua conta bancária saqueada. A falta de uma legislação específica acaba por inviabilizar ações legais contra tais atos criminosos, deixando por muitas vezes o cidadão de mão atadas. As leis existentes, hoje, sobre privacidade foram idealizadas em um contexto diferente do atual e acabam não amparando devidamente as pessoas.
A privacidade é um direito de todo cidadão é devem sempre ser resguardada. Cabe ao poder legislativo, senadores e deputados, idealizarem leis que se atualizem ao nosso contexto de grande exposição à rede como tornar ilegal a comercialização de dados. para que assim possamos, mais facilmente, recorer a lei e minimizar os estragos feitos aos milhões de brasileirsos, tornando a internet um lugar mais seguro para todos.