A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 29/05/2020
Com o advento da Revolução-Técnico-Científico-Informacional, em meados do século XX, houve uma acentuada flexibilização no fluxo de informações. De maneira análoga, esse cenário de avanços tecnológicos corrobora para o acréscimo de crimes cibernéticos. Em vista disso, o surgimento de propagandas enganosas na web acarreta no aumento desse panorama, além de ocorrer com maior frequência em pequenas empresas.
Em primeiro plano, segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, “As redes sociais são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha”. Nessa perspectiva, com a expansão do uso da internet, houve o desenvolvimento de propagandas enganosas em redes virtuais como “Facebook” e “Instagram”. Mediante a isso, indivíduos fornecem dados de cartão de crédito para efetuar a compra, o que culmina na clonagem do cartão e prejuízos econômicos advindos da violação de informações pessoais.
Ademais, de acordo com o site Globo.com, 58% dos ataques de malwares ocorrem em pequenos negócios. Nesse sentido, enquanto algumas empresas conseguem investir em defesas cibernéticas sofisticadas e atendimento técnico permanente, a realidade de pequenas empresas é divergente. Logo, cibercriminosos apresentam-se cada vez mais equipados, sendo assim, firmas de pequenos negócios suscetíveis a vazamento de informações.
Em vista dos fatos mencionados, o Governo Federal juntamente com instrumentos midiáticos, deve financiar campanhas com teor informativo e educativo, a fim de conscientizar a população sobre a existência de propagandas enganosas que estão vinculadas na clonagem de cartões e vazamento de dados pessoais. Além disso, o Poder Legislativo deve criar leis mais rígidas contra os cibercriminosos, com o intuito de assegurar a segurança de pequenas empresas e clientes com a redução de crimes com escape de informações. Dessa maneira, será possível efetuar uma maior proteção dos dados cibernéticos no Brasil.