A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 15/10/2020
“Privacidade Hackeada” é um documentário da Netflix que relata o caso de uma empresa que coletou dados de diversas pessoas sem que fosse permitido. Sob essa ótica, o Brasil também encontra-se em uma situação crítica, tendo em vista que essa problemática permanece imparável por consequência da falta de legislação e da carência de informação sobre o uso de internet.
Em primeiro plano, é importante ressaltar que segundo ao website “Correio Braziliense” alguns sites fornecem dados pessoais de vários cidadãos em troca de uma pequena quantia de dinheiro, por meio disso que diferentes empresas adquirem informações exclusivas de forma antiética. Dessa forma, além de ocorrer a venda da privacidade, não há limites para tais instituições, pois ainda é inexistente leis específicas para punir e determinar barreiras a esse acesso.
Outrossim, vale salientar que a desinformação sobre a rede corrobora para a intensificação do impasse. À vista disso, muitos usuários utilizam a internet sem os devidos cuidados e acabam sendo alvos fáceis para o roubo de dados. Dessarte, a frase de Zygmunt Bauman aplica-se nessa situação “As redes sociais são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha”. Diante disso, o problema emerge a partir do momento que o assunto é discutido, porém sem comunicar o que é necessário para evita-lo.
Portanto, é imprescindível que o Ministério da Educação recorrendo à mídia divulgue nas redes sociais e em propagandas alertas e formas de proteger os dados pessoais dos internautas, assim transformando o ambiente virtual mais seguro. Ademais, faz-se mister que o poder governamental elabore leis que determinem limitações quando trata-se de utilização dessas informações, a fim de declarar um desfecho para esta mazela.