A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 25/10/2020
Diante a nova aprovação da lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), houve a necessidade de ampliar as estratégias de segurança cibernética tanto ao crescimento e a sofisticação dos ciberataques, como também das legislações específicas aplicadas à essa área. Dessa forma, protegendo as informações privadas e melhorando o cotidiano social com segurança.
Sendo assim, a internet vem se modelando sem invadir a privacidade dos indivíduos, impedindo com que as empresas colete dados pessoais dos usuários sem que haja uma motivação clara e transparente. Em síntese, o consentimento deverá ser livre e esclarecido. Dessa maneira, as empresas não poderão elaborar solicitações genéricas, sendo preciso especificar cada aplicação.
Em contrapartida, o Brasil é considerado um dos países mais vulneráveis à ataques e a rompimentos de informações privadas. Pois, por falta de verbas, entendimento da sociedade sobre roubos de dados e mesmo de interesse público, a população é sujeita à tal diligencia, sendo assim, impedindo a liberdade e a vida particular dos demais habitantes.
A partir das observações, é função do Governo Federal informar sobre os desvios de dados e de privacidade, uma vez que parcela significativa da população não tem conhecimento da lei (LGPD) e tão pouco dos riscos aos dados vazados. Contudo, é tarefa do mesmo organizar palestras e tornar obrigatoriedade as empresas que requerem de informações pessoais fornecerem protocolos sobre a nova lei, além de investirem em sistemas mais seguros e modernos, fornecendo segurança à todos.