A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 22/10/2020

A Terceira Revolução Industrial foi caracterizada por avanços tecnológicos, no final do século XX. Com o passar dos anos, grandes, mudanças para a melhorar os modos operacionais e de informação. Contudo, com o avanços dos dados trouxeram a questão da proteção de dados cibernéticos, colocando em risco os brasileiros com poucas fiscalizações de aplicativos e também o papel dos pais na averiguação cibernética dos filhos. Na constituição brasileira diz que todos os cidadãos tem direitos a educação, saúde, transporte, alimentação e moradia. Mas na verdade, a falta de educação para parte dos moradores do país impede o próprio gerenciamento do uso da internet, o que leva em possíveis vazamentos de dados pessoais, tanto por empresas, como por pessoas. Apesar disso, depois de crimes cometidos principalmente contra artistas, -como a Carolina Dikeman, que teve suas fotos intimas e dados pessoais expostos em 2008- órgãos competentes tomaram como medida a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, visando a segurança dos brasileiros. A OMS declarou que as crianças nascida a partir de 2005 marcavam o início da Geração Zero, por estarem no meios de acessibilidades remotas em qualquer lugar, sabendo tomar a iniciativa para resolução de problemas técnicos. Visto isso, os pais perdem o controle sobre a navegação dos filhos na internet que encontram meios de burlarem os sistemas de segurança. As coisas mais comuns pesquisadas entre os jovens são redes sociais de conversas e conteúdos adultos. É perceptível a falta de investigação dos responsáveis, gerando uma liberdade falsa aos jovens, que podem sofrer ataques cibernéticos ou exposição pessoal, levando a quadros clínicos de depressão, ansiedade, ou pior, ao suicídio. Portanto, medidas devem ser tomadas para a melhorar a segurança de dados cibernéticos. É importante que o Ministério de Segurança promova palestras em áreas com números menor de brasileiros alfabetizados, mas com acesso a internet, tirando dúvidas e explicando os malefícios que acompanham a Era Digital. Além disso, em segundo plano, a escola deve manter um relacionamento com os pais dos alunos, isso formaria uma parceria no do controle no uso de smartphone , assim, a confiança será atingida diversos assuntos, como a exposição na rede, podem ser conversados abertamente. Dessa forma, será possível maior segurança online, por meio da educação conjunta.