A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 25/10/2020
Muito se discute sobre os perigos cibernéticos que a população brasileira está exposta ao colocar dados pessoais em plataformas onlines, tendo em vista que diversas pessoas, de todo o país, já foram vítimas de golpes cibernéticos. Deixando o brasileiro cada vez mais preocupado, no que se refere a cadastros e inscrições onlines.
Dentre as vítimas de golpes virtuais estão: adultos e jovens que possuem o desejo de comprar produtos com o preço mais acessível; idosos que não sabem manusear aparelhos eletrônicos de maneira correta e, principalmente, menores de idade. Segundo um alerta da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), esses menores de idade estão sob grande risco na internet e,de acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, mais de 24 milhões de crianças e adolescentes utilizam a internet no país. Esse dado indica que cerca de 86% dos menores de idade que moram no país possuem acesso à rede mundial de computadores.
Em favor disso, o Brasil criou a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que tem por objetivo estabelecer uma série de regras que empresas e outras organizações atuantes no Brasil terão que seguir para permitir que o cidadão tenha mais controle sobre o tratamento que é dado às suas informações pessoais. Mas apesar de todos os esforços do governo brasileiro, ainda há muito o que fazer para diminuir ou extinguir crimes na internet.
Portanto, é necessário que o governo federal crie campanhas de conscientização, com o intuito de orientar a população brasileira a como denunciar e o que fazer ao ser acometido de um golpe cibernético e, criar, em todo o país, delegacias especializadas em crimes cibernéticos, como a Delegacia de Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos (DIG/DEIC), localizada em São Paulo. Ademais, é de suma importância que as famílias brasileiras fiscalizem e monitorem os menores de idade quando os mesmos estiverem navegando na internet.