A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 23/10/2020

A Terceira Revolução Industrial ocorreu em meados do século XX, a partir da década de 1950. Nesse momento, diversos campos do conhecimento começaram a sofrer mudanças em consequência do avanço tecnológico vivido nesse período e jamais visto anteriormente. A Revolução Técnico-Científica-Informacional mudou também as relações sociais e as relações entre o homem e o meio. As novas tecnologias desenvolvidas, nessa fase, possibilitaram que as informações fossem transmitidas cada vez mais rápido e estimularam a interação entre as pessoas do mundo todo.

No mundo atual cada vez mais a vida acontece no âmbito virtual. Venda de produtos e serviços, negociações entre empresas, serviços bancários, troca de informações. Quase tudo o que se faz no mundo corporativo, hoje em dia, acontece na internet. Por este motivo, cresce constantemente a preocupação de empresas privadas, instituições governamentais e financeiras com a proteção dos dados que circulam incessantemente pela rede.

A facilidade de acesso à internet faz com que pessoas com pouca informação se descuidem e tornem-se mais expostas e vulneráveis aos crimes cibernéticos. A carência de campanhas educativas básicas voltadas aos usuários da web faz com que eles tenham menos cautela e não sintam a necessidade de se protegerem, muitas vezes pela falsa sensação de segurança quando navegam na rede.

Dado o exposto, faz-se imprescindível a necessidade de encarar a internet como um lugar que necessita de segurança e vigilância. Posto isto, é necessário que o Estado, juntamente com o Ministério da Educação e Ministério da Ciência e Tecnologia, criar campanhas educativas que visem elucidar a população quanto aos riscos de crimes cibernéticos na rede. Do mesmo modo, devem ser endurecidas as leis, tornando as penalidades mais severas, assim como investir na capacitação de pessoas para realizar fiscalização virtual efetiva e de qualidade.