A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 22/10/2020

Na obra “Utopia”, do escritor Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega , uma vez que a falta proteção de dados cibernéticos apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More e a privacidade mundial. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Precipuamente, é fulcrar pontuar que a falta de proteção de dados pessoais deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne á criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido á falta de atuação e proteção das autoridades.

É de extrema importância ressaltar que os cidadãos devem ter confiança no uso de seus dados pessoais, sendo relevante o fato de que existe invasores como hackers recreativos, crackers e terroristas, sendo alvo as instituições bancárias, energia, agencias estatais, hospitais, empresas, educação e assuntos sociais. Partindo desse pressuposto, para o governo a segurança cibernética é um grande obstáculo diante da esperada transformação digital, além disso os riscos a invasões de informações do setor público pode pôr em perigo a segurança nacional.

Assim medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Portanto, com o intuito de mitigar a proteção de dados cibernéticos, necessita-se, urgentemente, que o governo invista em programações e centros com pessoas especializadas  que possam se aprofundam nesses hackers, não permitindo as invasões e os roubos de dados pessoais. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto da falta de proteção, e a coletividade alcançará a Utopia de More.