A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 25/10/2020

Segundo o empresário Bill Gates, ” o modo como você reúne e usa informação determina se vencerá ou perderá”. Dessa forma, muitas empresas, com o intuito de obter tal sucesso, vêm de maneiras imorais roubando informações dos usuários de seus serviços, destruindo assim a privacidade dos mesmos.

Portanto, desde a chegada da internet, empresas vem lutando entre si pelo máximo de informações possíveis para que possam obter vantagem no mercado. Exemplo do uso dessas informações são o “Facebook” e “Cambrige Analitcs” quando estas fizeram uso de dados privados para manipular resultados políticos, criando vantagens que não são éticas para efeitos ideológicos.

Outrossim, a falta de punição rígida incentiva empresas a não cumprirem com o protocolo de privacidade. Segundo o site “BBCnews” , o dono do facebook não sofreu nenhuma retaliação referente ao ocorrido. Nessa visão, a não punição de empresas que praticam tal delito é mediadora da praticidade com que esse crime continua acontecendo, logo torna-se necessária uma preocupação dos governantes quanto a isso. Hodiernamente, não só o facebook é responsável por isso, mas sim outras redes como Instagram, Twitter, entre outros.

Sob essa ótica de competição empresarial por dados pessoais, cabe então ao ministério da justiça brasileiro por meio de projetos de lei elaborar uma emenda, a ser incluída no novo marco da internet, que proíba explicitamente o uso de “cookies”, dados armazenados por navegadores on-line, por parte de qualquer site que antes não tenha passado por uma inspeção de antecedentes. Para que assim a privacidade dos internautas seja plenamente assegurada.