A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 22/10/2020

No filme “Matrix”, a bilheteria da ficção científica é um grande sucesso.A realidade da percepção humana é controlada por máquinas, que usam os humanos como fonte de energia para a sobrevivência. Os dados pessoais online têm levado à manipulação técnica dos brasileiros, neste caso é necessário debater as causas e soluções para esta situação.

Em primeiro lugar, é inegável que a popularização e, portanto, a importância de novos métodos tecnológicos são fundamentais para essa questão. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 35% das pessoas com idade acima de 10 anos e, portanto, esses aparelhos representam uma parte importante da vida desse grupo de pessoas, segundo o sociólogo Sigmund Bowman ( Zygmunt Bauman disse que as relações interpessoais estão cada vez mais dependentes do uso de tecnologia porque não requerem contato físico. Portanto, os indivíduos no ambiente online possuem uma grande quantidade de informações privadas e, portanto, devem proteger os dados de rede dos usuários.

Além disso, vale ressaltar que o desconhecimento dos perigos da Internet tem contribuído para a continuidade do desenvolvimento da situação. Embora os dados do IBGE mostrem a importância do conhecimento do país sobre tecnologia, a formação de jovens não percebeu a nova situação. Ameaça. A maioria das escolas brasileiras não possui a formação técnica dos cursos. Portanto, é fácil para a sociedade se tornar vítima de intrusão e manipulação de dados, pois não conhece os perigos. Portanto, as grandes empresas usarão esse conhecimento para rastrear a personalidade e os padrões de consumo das pessoas. Diante desse panorama, é preciso resolver essa situação.

Portanto, parece que algumas medidas foram tomadas para garantir a proteção dos dados da rede brasileira, pertencente ao Ministério da Educação e Cultura, e alertar os alunos para as ameaças atuais ao abrir cursos obrigatórios de informática na Base Comum de Currículo Nacional. “Online” para que os jovens não sejam vítimas de intrusão de informações pessoais. Além disso, para defender os internautas, o Ministério da Justiça precisa urgentemente aumentar as fiscalizações e as penalidades para prevenir os abusos, para que o ser humano seja capaz de controlar a tecnologia ao invés do contrário como na “matriz”.