A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 22/10/2020
No século XX, houve uma revolução tecnológica que permitiu aos humanos se conectar. Nesse caso, surgiu a Internet, onde normalmente não há lugar para proteger os dados pessoais dos cidadãos. Nessa perspectiva, o Brasil ainda está atrasado na proteção de dados online, pois quase não possui armazenamento privado de informações. Com efeito, para inverter esta lógica e mover o país para uma segurança efetiva dos dados, é necessário analisar como a omissão das escolas e a falha do poder público afetam esta questão.
Em primeiro plano, fica claro que a inação da escola sobre esta questão agravará o problema. Nesse sentido, segundo Paulo Freire, a escola não deve se limitar a copiar conteúdos práticos. Para os educadores, o ambiente escolar deve se concentrar no treinamento de indivíduos para dominar as várias habilidades necessárias para a vida. No entanto, por não seguir o modelo freiriano, a escola não ensina os cidadãos a proteger os dados na Internet, o que leva a uma sociedade em que as informações pessoais podem ser facilmente divulgadas. Portanto, para que o Brasil tenha maior segurança de dados, as escolas devem orientar a sociedade para proteger adequadamente seus dados privados.
Por outro lado, a indiferença do governo em relação a esta questão impede o país de obter ampla proteção de dados. Portanto, em 2016, “Cambridge Analytica” usou o Facebook para vender dados sobre 90 milhões de cidadãos americanos. Essas informações são usadas para influenciar as eleições nos Estados Unidos. Essa realidade não está longe do Brasil, pois o Brasil não possui regulamentações de proteção de dados eficazes, portanto as empresas coletam e utilizam informações pessoais pessoais para direcionar anúncios específicos e manipular a tomada de decisões. Portanto, é preciso desconstruir essa inércia do país brasileiro para resolver um dos maiores problemas da modernidade: a falta de proteção de dados pessoais.
Assim, é urgente agir para colocar o país em posição de destaque na proteção da informação de seus cidadãos. Para tanto, o Ministério da Educação deve cooperar com as secretarias municipais para promover o ensino da proteção de dados aos alunos por meio de cursos temáticos, para que aprendam a salvar dados no mundo virtual. Além disso, a área administrativa institui órgãos de fiscalização para aplicar multas às empresas que coletam e utilizam informações pessoais da população para orientar a publicidade e aumentar os negócios, de modo a coibir as ações das empresas e fortalecer a preservação dos dados. Sociedade civilizada. Portanto, o Brasil caminha para a segurança dos dados.