A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 22/10/2020
Segundo o empresário Bill Gates, ” o modo como você reúne e usa informação determina se vencerá ou perderá”. Dessa forma, muitas empresas, com o intuito de obter tal sucesso, vêm de maneiras imorais roubando informações dos usuários de seus serviços, ceifando assim a privacidade dos mesmos.
Em primeiro lugar, pode-se afirmar que a proteção de dados no âmbito virtual brasileiro está tornando-se cada vez mais escassa devido a facilidade de sua obtenção. Visto que sites de vendas de informações pessoais alheias são rapidamente encontrados na Surface web, bastando digitar em qualquer buscador o interessado será direcionado para diversos sites que sem escrúpulo algum, vendem dados de pessoas sem seu consentimento. De modo que a ética e segurança do cliente e cidadão tem ficado em segundo plano.
Em segundo lugar, a OMS declarou que crianças nascidas a partir de 2005 marcavam a a Geração Z, por estarem inseridas em meios de acessibilidades remotas e em qualquer lugar. Visto isso, os pais perdem o controle sobre a navegação online dos filhos que encontram meios de burlarem os sistemas de segurança. Segundo a revista O Tempo, os perigos pesquisados mais comuns entre os jovens são as salas de chat e conteúdos adultos. Por tudo isso, é perceptível a falta de averiguações dos responsáveis, gerando uma liberdade enganosa a eles, que podem sofrer ataques cibernéticos ou exposição pessoal, levando a quadros clínicos de depressão, ansiedade, ou pior, ao suicídio.
É necessário, portanto, que o ministério da justiça brasileiro por meio de projetos de lei elaborar uma emenda, a ser incluída no novo marco da internet, que proíba explicitamente o uso de “cookies”, dados armazenados por navegadores on-line, por parte de qualquer site que antes não tenha passado por uma inspeção de antecedentes. Para que assim a privacidade dos internautas seja plenamente assegurada e a realidade brasileira esteja longe da apresentada por George Orwell em seu romance.