A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 22/10/2020
A série Black Mirror, reflete o lado obscuro da tecnologia. Nesse sentido a ficção extrapola a realidade em que o advento das redes sociais e o grande banco de dados associados ao aumento do poder aquisitivo da população, facilita o desrespeito a esfera intima da vida de um indivíduo. Assim percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude da priorização de interesses financeiros e insuficiência das leis, dessa forma medidas são necessárias para solução do impasse.
Em primeira análise, é preciso salientar que a intensa obsolescência programada esta estritamente relacionada com o compartilhamento de dados pessoais do consumidor. Isso ocorre por que quando o cliente faz uma compra instantânemente passa seu telefone, e-mail, endereço, redes sociais etc. Por isso empresas cegas pelo lucro não medem as consequências ao repassar informações dos seus clientes. Tal situação é evidente nos anúncios frequentes em sites de pesquisa.
Para evitar essas e outras situações a Constituição Federal de 1988, garante a privacidade e o sigilo de informações. No entanto a lei não esclarece quanto a utilização individa de dados pessoais fornecidas voltivamente. Dessa maneira a carta magna abre margem a ocasiões diversas de perigos cibernéticos.
Portanto é preciso modificar a visão dos cidadãos acerca das leis. Isto pode ocorrer através de uma ação conjunta ao poder judiciário com o Ministério da educação, promovendo palestras e debates em escola, mostrando a importância da fiscalização e elaboração de novas leis no Brasil, para as novas gerações se tornarem mais atuantes e entendam o propósito das leis, como a proteção de dados cibernéticos do Brasil. É importante que o povo brasileiro se encare como responsável pelo problema.