A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 24/10/2020
A proteção de dados cibernéticos no Brasil é algo que vem sendo muito pautada nos últimos anos. Visto que, o avanço da tecnologia na atualidade é muito importante e agregador em vários aspectos. Como exemplo, pode ser citado a mudança na forma de comunicação, fornecendo opções novas de fazer compras, implementando equipamentos que facilitaram os meios de produção. Além de deixar tudo mais informatizado como dados de pessoas e arquivos, mas correndo risco de terem seus dados invadidos.
Apesar de todos os benefícios, a internet nos trouxe também problemas em geral, como pessoas têm seu dados fornecidos para empresas que compram esses dados, a fim de enviarem propagandas através de e-mails, e fazendo ligações oferecendo produtos e até mesmo mandando mensagem SMS. Para o caso das ligações, já existe uma lei em vigor: a lei de número 13.226/2008, que garante ao consumidor não ser perturbado pro empresas de telemarketing quando ele cadastra seu número no Procon.
E em agosto desse ano (2020) também entrou em vigor a lei 13.709, Lei Geral de proteção de dados pessoais, o que promete garantir uma segurança maior na internet. O número de fraudes cibernéticas no Brasil, aumentou 231,5% no ano de 2019, segundo a empresa de proteção de dados Axur. Este efeito nos mostra o quão pertinente é o assunto e que precisa sim se preocupar com essa proteção de dados, visto que o número de casos só aumenta.
A fim de solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de determinados agentes implicados em a proteção de dados cibernéticos no Brasil. Portanto, o Governo Federal juntamente com empresas de segurança devem criar linhas seguras na internet, por intermédio de uma porcentagem de imposto destinado a combater este impasse, a fim de não clonarem nem invadirem os dados pessoais dos usuários. Como resultado dessa nova perspectiva, ocorrerá uma queda no número de roubos cibernéticos.