A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 22/10/2020

É sabido, que esse assunto precisa estar presente e ser debatido no cotidiano, mas que ainda é pouco discutido, e principalmente, são poucas as empresas que sabem a importância de entender sobre esse assunto e manter a segurança para evitar invasão e roubo de dados. A falta de segurança é o principal gatilho para que aconteçam crimes cibernéticos, que estão ligados com problemas muito frequentes, que aumentam a cada dia, como sequestro de dados, roubo de contas, entre outros problemas.

No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrará em vigor em agosto de 2020 e exige adaptação das empresas, que atuam com coleta ou tratam de dados pessoais. Ou seja, aqueles dados que individual ou conjuntamente permitem identificar uma pessoa. Cerca de 93% das pessoas dizem se preocupar com ameaças do mundo online, por isso as empresas precisam investir em sistemas mais seguros e modernos, que sejam capazes de monitorar o ambiente digital, identificar anormalidades e responder rapidamente.

A partir da LGPD, espera-se que a coleta de dados seja mais transparente. Isso significa que as empresas devem deixar claro aos usuários quais informações estão sendo coletadas e com qual objetivo. A nova lei impede que a empresa colete dados pessoais dos usuários sem que haja uma motivação clara e transparente. O principal objetivo da Lei Geral de Proteção de Dados é que os usuários tenham mais autonomia e controle sobre as informações pessoais. Seguindo algumas diretrizes para atender à nova legislação.

Portanto, é necessário que o Ministério Público cobre das empresas maior segurança no que se refere à proteção dos dados dos usuários. Afinal, o objetivo é que os dados armazenados não sofram violações e nem sejam vazados por nenhum ataque hacker. O Sistema de Proteção Contra Ameaças Cibernéticas Avançadas (TPS), deve atende a essa demanda, consistindo em uma plataforma moderna de segurança da informação, auxiliando no controle de invasões.