A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 26/10/2020
Sabe-se que o termo cibersegurança surgiu na década 19 para se referir a segurança presente na cibernética. Porém, inúmeras consequências são acarretadas já que a mesma não consegue concluir 100% do objetivo, e, de certo modo, uma parcela da população pode ser afetada, além de grandes empresas. Por fim, é necessário que medidas preventivas sejam tomadas.
Na contemporaneidade, o risco cibernético está entre os 5 assuntos mais preocupantes do mundo. O número de ataques dobrou nos últimos 2 anos no Brasil, de acordo com o DFNDR lab, laboratório especializado em cibersegurança. Nos últimos meses foi registrado um aumento de 10% desses ataques, aonde os casos, na maioria, aconteceram nos aplicativos de mensagens, como o WhatsApp. As ameaças cibernéticas podem variar de acordo com a natureza, vulnerabilidade e informações de cada organização.
É de conhecimento geral que não se pode mais confiar em tudo que a internet fala. As Fake News são o terceiro meio de propagação desses ataques, e nelas houve um aumento de cerca de 50%. As principais informações divulgadas dizem respeito à política, TV e celebridades e, por fim, à aquisição de dinheiro de forma fácil. Ademais, muitas empresas são afetas, e as consequências para elas podem ser significativas em relação a risco de imagem, danos financeiros, além de riscos operacionais.
Portanto, a proteção de dados cibernéticos deve ser analisada pelo governo junto de jurisdições, ao procurar editar normas e aumentar mecanismos de fiscalização. Com o intuito de diminuir os alarmantes números de ataques e resguardarem a integridade das informações. Outrossim, o governo deve realizar propagandas para a população, com o intuito de fazer com que as pessoas prestem atenção aonde usam os dados pessoais e se possível evitarem fornece-los para sites desconfiáveis.