A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 25/10/2020
De acordo com Bill Gates, o modo como você reúne e usa informação determina se vencerá ou perderá. Dessa forma, muitas empresas, afim de obter tal sucesso vêm de maneira criticável com intuito de roubar informações dos usuários de seus serviços. Os famosos “cookies” são os responsáveis por armazenar as preferências, e evita que os mesmos precisem preencher tudo de novo cada vez que acessa um site.
Em primeira análise, desde o advento da internet, empresas vêm batalhando entre si pelo máximo de informações possíveis para que possam obter vantagens no mercado. Sendo assim, um exemplo do uso imoral de tais informações foi o ocorrido com a empresa “Facebook” quando esta fez uso de dados privados para manipular resultados políticos, criando assim, vantagens anti-éticas para determinados seguimentos ideológicos.
Além disso, trazendo essa problemática para a realidade atual, faz-se necessária a análise das possíveis consequências. Dentre essas, a mais notória é o compartilhamento de dados pessoais. De acordo com a International Business Machines (IBM), 60% dos brasileiros já tiveram dados vazados na rede o que fragiliza os direitos humanos, pois ao passo que abandona-se a privacidade se perde também a liberdade e por consequência, o livre arbítrio. Dessa maneira, é capaz de se entender a importância de tal direito e porque os avanços deploráveis de algumas corporações devem ser combatidos.
Portanto, cabe então ao Ministério da Justiça por meio de projetos de lei elaborar uma emenda, a ser incluida no novo marco da internet, que proíba explicitamente o uso de “cookies”, dados armazenados por navegadores on-line, por parte de qualquer site que antes não tenha passado por uma inspeção de antecedentes. Para que assim se garanta a segurança dos internautas. Precisa haver união entre os poderes públicos e privados para garantir um olhar cuidadoso e eficaz contra exposição de dados cibernéticos.