A proteção de dados cibernéticos no Brasil.
Enviada em 21/10/2020
Com o advento da Terceira Revolução Industrial, houve um período de grande fortalecimento e elevação tecnológica, na qual uniu a ciência e a indústria. Em razão disso, ocorreram inúmeras modificações, a fim de melhorar a metodologia operacional e informacional da internet, o que, sob outra perspectiva, facilitou o risco de vazamento de dados e invasão de sistemas. Deste modo, são necessárias medidas efetivas para que haja uma maior proteção dos dados cibernéticos.
Primordialmente, segundo o Jornal da folha de São Paulo, 3,6 milhões de pessoas tiveram cartões de créditos clonados e dados roubados em 12 meses no país entre 2017 e 2018. Para mais, esses atos infracionais são recorrentes e crescem de forma gradativa, devido a falta de proteção e de legislação - o que afetam diretamente no âmbito financeiro e na saúde - sendo imprescindível uma reformulação estatal de forma urgente.
Outrossim, é importante salientar que, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos humanos, todo indivíduo - sem distinção - possui o direito à educação. Contudo, o cenário hodierno em que o Brasil se encontra, a falta de educação em alguns pontos do globo é vigente, e impossibilita, incessantemente, o auto gerenciamento de dados pessoais, levando o indivíduo permanecer à mercê desses perigos cibernéticos. Diante do exposto, é dispensável que subterfúgios sejam encontrados, com o fim de resolver essa inércia problemática.
Destarte, percebe-se que a proteção de dados cibernéticos no Brasil é falha. Dessa forma, faz-se mister que, o governo, em todas as suas esferas, em consonância ao Ministério de Justiça, fiscalize e multe empresas que não cumpram o protocolo de privacidade e segurança, com o intuito de mitigar esses crimes, e tornar o acesso de sites e aplicativos seguro; é fulcral o investimento em educação em todas as áreas habitadas, a fim de evitar que os indivíduos caiam em golpes, e possam gerenciar seus dados de forma eficaz e segura. Deste modo, poder-se-á configurar uma sociedade com mais privacidade e segurança.