A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 22/10/2020

O físico alemão Albert Einstein tinha como essência a crença de que tornou-se chocantemente óbvio que a tecnologia excedeu a humanidade. Com isso torna-se inevitável a discussão sobre a proteção dos dados cibernéticos no Brasil, cujas principais causas encontram-se no uso cada vez maior da internet na sociedade atual e a negligência do Governo na fiscalização do fluxo de dados. Causas essas que refletem uma realidade extremamente preocupante no que diz respeito ao país.

Acerca do supracitado, é necessário acrescentar que, com a Terceira Revolução Industrial, também conhecida como Revolução Técnico-Científica-Informacional, o fluxo de dados começou a ter uma demanda muito alta. Paralelamente, aumentando a necessidade de meios para o fluxo e armazenamento dos mesmos. Entretanto, esses meios não são infalíveis, já que cada vez mais pessoas acessam sites e efetuam compras em lugares não tão confiáveis, comprometendo assim a privacidade de seus dados pessoais.

Ainda na perspectiva dessa problemática, vale ressaltar que a Constituição Federal vigente determina que são invioláveis a intimidade, a vida privada e a imagem das pessoas . Ou seja, é dever do Governo zelar pelo mesmo, além de assegurar indenização em caso de dano material ou moral. Porém, o fato de casos como clonagem de cartão e de identidade ainda surgirem mostram a ineficiência de tais órgãos ao tratar do assunto.

Diante do exposto, torna-se evidente que para melhorar a proteção de dados no Brasil é preciso adotar medidas. Para isso, cabe ao Poder Executivo, órgão incumbido de administrar os setores sociais, juntamente com os Núcleos Tecnológicos, gerenciar as ações suspeitas de cunho criminoso nas redes sociais, por meio do desenvolvimento de programas de fiscalização online impedindo qualquer exposição a ameaças em meio a compras e pesquisas, no intuito de garantir a integridade moral e financeira dos internautas imersos nesse universo. Dessa maneira, convertendo as adversidades em soluções, alcançar-se-á uma sociedade justa e igualitária.