A proteção de dados cibernéticos no Brasil.

Enviada em 09/12/2020

Segundo Bill Gates, ”o modo como você reúne e usa informação determina se vencerá ou perderá”. No entanto, o que se observa na realidade é o oposto uma vez que a proteção de dados cibernéticos no Brasil apresenta barreiras, como quais dificultam a concretização dos planos. Nesse sentido, diante de uma realidade instável que mescla conflitos nas esferas sociais e políticas, analisar seriamente as raízes e os frutos dessa problemática é medida que se faz imediata.

Na primeira análise, desde o advento da internet, conforme as empresas aumentam a batalhando entre si pelo máximo de informações possíveis para que possa obter vantagem no mercado. Sendo assim, um dos melhores exemplos do uso imoral de tais informações para o ocorrido entre as empresas “Facebook” e “Cambrige Analitcs” quando estas fizeram uso de dados privados para resultados manipulares políticos, criando assim, vantagens antiéticas para determinados seguimentos ideológicos.

Outrossim, trazendo essa problemática para a realidade brasileira, faz-se necessária a análise das consequências possíveis. Dentre essas, a mais notória é a perda da privacidade que como exemplificado no livro “1984”, é o mais frágil dos direitos, pois ao passo que se abandona a privacidade se perde também a liberdade e por consequente, o livre arbítrio. Dessa maneira, é capaz de se entender a importância de tal direito e porque os avanços imorais de algumas corporações devem ser combatidos.

Sob essa ótica de competição empresarial por dados pessoais, cabe então ao Ministério da Justiça Brasileiro por meio de projetos de lei elaborar uma emenda, a ser incluída no novo marco da internet, que proíba explicitamente o uso de “cookies”, dados armazenados por navegadores on-line, por parte de qualquer site que antes não tenha passado por uma observação de antecedentes. Para que assim a privacidade dos internautas seja plenamente assegurada e a realidade brasileira como apresentada por Bill Gates vencerá.