A qualidade da água no Brasil

Enviada em 19/02/2020

Em consonância a Declaração Universal dos Direitos Humanos -DUDH, a Constituição Federal Brasileira prevê a todo cidadão direito ao bem-estar, à saúde e ao lazer. No entanto, tal sistema dificilmente é cumprido visto a má qualidade da água no Brasil, advindos da dificuldade do acesso ao saneamento básico em algumas regiões do país. Nesse viés, é fulcral analisar acerca da causa, consequência e possível resolução do impasse.

Primordialmente, convém compreender fatores que permitem a manutenção da problemática. Nesse âmbito, conforme o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, na região Norte do Brasil apenas 57,49% da população recebe água potável. Sob tal ótica, é notório que devido ao mau  saneamento, a distribuição de água com baixa qualidade se torna comum no cenário hodierno. Dessa forma, lê-se inadmissível um país signatário da DUDH não fornecer um dos direitos básicos previstos aos cidadãos.

Outrossim, segundo o físico Isaac Newton, toda ação gera uma reação. Consoante ao pressuposto, é notório que devido a má qualidade da água, têm-se a potencialização de patologias ocasionadas por tal. Nesse ínterim, a sociedade vista por Auguste Comte como um “organicismo” entra em desequilíbrio, não havendo o bom funcionamento do todo. Como resultado, ressurge doenças que até então havia sido minimizadas como por exemplo a leptospirose conforme afirma o jornal G1.

Dessarte, é mister que o Estado tome providências para mudar o quadro atual. Para a resolução do impasse, urge que o Governo Federal em parceria com as prefeituras municipais crie, por meio de verbas governamentais, políticas públicas para a criação de um maior quantitativo de estações de tratamento de esgoto em todo país, para que assim um maior número de pessoas tenham acesso à água tratada. Desse modo, os objetivos da DUDH serão cumpridos e a má qualidade da água no Brasil revista.