A qualidade da água no Brasil

Enviada em 31/03/2020

Desde a Idade Antiga, observa-se o comportamento dos povos da Mesopotâmia em virtude ao tratamento da água, de modo que toda sua organização sociopolítica apresentava como fito o controle das águas e da produtividade agrícola. Outrossim, no Brasil hodierno, a entrave sobre a gestão da água se acresce ao decorrer do tempo, haja visto o descaso das esferas governamentais. Indubitavelmente, a sociedade e indivíduos precisam ter uma base educacional sólida para que os mesmo possam indagar sobre a má condução dos sistemas hídricos presentes na sociedade brasileira.

No Brasil, o Decreto  nº 79.367, de 1977, dispõe sobre normas e o padrão de potabilidade de água para o consumo humano, com o fito de definir procedimentos sobre o controle de qualidade da água de sistemas de abastecimento e mecanismos para divulgação de informação ao consumidor. Entretanto, observa-se a necessidade de acréscimos ficais sobre a execução de tal legislação, para que estes parâmetros se estendam à todas as classes socioeconômicas, e estreitamente inerente as necessidades instituidas. Visto que uma boa gestão dos sistemas hídricos pode gerar enormes benefícios para esferas sociais, econômicas e ao setor da saúde.

O mundo hodierno vive um cenário de enfrentamento global que incita o questionamento sobre a finidade desse bem essencial. Além disso, torna-se discutível o desmazelo evidente dos governos estaduais em vigor da fiscalização das corporativas responsáveis por conduzir o tratamento de água e esgoto. Ademais, o estado do Rio de Janeiro vivenciou uma crise de água contaminada, proveniente das diretrizes da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), tal displicência expôs problemas patológicos à população. Analogamente, evidência-se a importância de ações midiáticas em conjuntura com o Governo Federal, para fiscalizar e esclarecer os direitos populacionais fentre as normas de potabilidade da água.

Em suma, percebe-se que as adversidades provenientes do desafio de proteger e melhorar a qualidade das reservas de água doce do planeta devem ser mistigadas. Para isso, é essencial que o Governo Federal implemente um enfoque visando a prevenção contra a poluição dos contaminantes na fonte, antes que poluam os recursos hídricos – sendo esta, quase sempre, a forma mais barata e efetiva de proteger a qualidade da água. Além disso, cabe as esferas políticas garantirem, com campanhas regionais e nacionais direcionadas, uma educação que estabeleça ligação entre o tema da qualidade da água e sua importância cultural e histórica, à todas as classes sociais. Com isso, será possível ultrapassar os paradgmas dos importantes papéis de cunho cultural, social, econômico e ecológico que água desempenha.