A qualidade da água no Brasil

Enviada em 18/04/2020

No século XX, pós-Segunda Guerra Mundial, foi fundada a Organização das Nações Unidas,a qual mediante uma carta de fundação estabeleceu não só obrigações decorrentes de tratados,como também o objetivo de promover o progresso da economia,do meio ambiente,de uma sociedade inclusiva e sustentável. No entanto,o Brasil,como membro dessa Instituição,hodiernamente,ainda martiriza-se com os pontos negativos advindos do pretérito,como a qualidade da água do país. Tal situação torna-se intrínseca na corporação haja vista à poluição exacerbada,bem como a ineficácia das políticas públicas. Destarte,é impreterível a adesão de medidas sinérgicas, com o fito de atenuar as mazelas deste óbice.

Convém salientar, em primeiro plano, que a contaminação da massa líquida do planeta torna-se cada vez mais comum no âmbito social contemporâneo. Nesse viés, cabe ressaltar, o fordismo, que se trata de um sistema de produção proposto pelo norte-americano, Henry Ford, no século XX, cuja principal característica é a produção em massa, visando o barateamento dos produtos, ocasionando o aumento do consumismo e também a poluição, principalmente dos rios, e assim diminuindo a qualificação da água nacional. Consequentemente, tais ações contribuem para o crescimento do número de mortes de animais marinhos, devido às impurezas, como por exemplo, o plástico.

Subsequente,é imprescindível ressaltar ainda,a supressão de deliberações governamentais. Dessa forma,em 2015,as negociações internacionais que culminaram na adoção dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS),elucidaram no plano de metas da Agenda 2030,o objetivo 14,que visa a conservação dos oceanos,dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável,expondo,contudo,contrariedade com a realidade corrente,visto que se permeia a inoperância estatal,quanto à fiscalização da água e o seu tratamento. Por conseguinte,os rios tornam-se cada vez mais poluídos,devido à ações antrópicas,oriundos,principalmente,da agricultura e indústria.

Depreende-se,portanto,a necessidade de se combater os desafios da qualidade da água. Desse modo,as escolas,em conjunto com a mídia,como preceptoras de opinião,devem promover a conscientização quanto a poluição,por intermédio da disseminação de campanhas informativas,como também a elaboração de oficinas que suscitem a solidariedade dos cidadãos,com o objetivo de melhorar a qualificação da hidrosfera. Concomitantemente,o Governo,coadjuvante às instituições privadas,como detentores de recursos,deve proporcionar a preservação marinha,por meio de investimentos majoritários em uma fiscalização perdurável,além da ampliação de fundos monetários, objetivando que a diligência preventiva vigore de modo eficaz. Em suma,a consumação de todas as providências interventivas é improrrogável para a garantia das diretrizes instituídas pela ONU.