A qualidade da água no Brasil
Enviada em 18/04/2020
Segundo o jornal Folha de São Paulo, estudos apontam que apenas 6,5% dos rios brasileiros têm boa qualidade da água. Nesse sentido, percebe-se, no País, a necessidade de medidas para minimizar a contaminação da água, uma vez que a falta de saneamento básico aliada à ineficiência das políticas de sustentabilidade ambiental contribuem para entraves na questão que necessitam de intervenção para ampliar a quantidade dos recursos hídricos disponível para a população.
Evidencia-se, a princípio, que a insuficiência de saneamento básico está interligado a fatores governamentais. Nesse contexto, de acordo com o site G1, somente 37,5% do esgoto gerado, é tradado no Brasil. Com relação a isso, nota-se que a falta de planejamento para acomodar os resíduos sólidos podem trazer diversos problemas, principalmente, a contaminação da água. De modo que, esses materiais liberados produzem substâncias tóxicas que infiltram no solo até os lençóis freáticos ou são carregadas pela chuva aos rios que podem provocar a sua acidez , a diminuição do oxigênio presente e a estimular o desenvolvimento de doenças na população ao entrar em contato com essa água. Em consequência disso, essa situação pode desencadear intoxicações na população, como também, a morte dos peixes, tornando os rios inviáveis para o consumo.
Ademais, a ineficiência das políticas de sustentabilidade intensifica para essa problemática. Nessa perspectiva, permite um pensamento Kantiano, quando este diz que o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Com isso, verifica-se que a falta do aprimoramento dos projetos sustentáveis influencia no desenvolvimento da consciência crítica da população sobre a necessidade de preservação dos recursos hídricos. Isso ocorre porque o mundo capitalista prioriza a aquisição do crescimento econômico como, a produção industrial e a agricultura em vez dos riscos que a má utilização desses processos podem acarretar a qualidade da água. Em decorrência disso, esse empecilho resulta no aumento da sua poluição, diminuindo a quantidade de água doce disponível para o consumo.
Fica claro, portanto, que a falta de saneamento básico e a ineficácia das políticas de sustentabilidades garantem resistência ao impasse que precisa ser solucionado. Para isso, cabe ao Governo investir na ampliação do tratamento de esgoto nos municípios brasileiros, por meio de licitação ao órgão público, a partir de pesquisas realizadas nos estados brasileiro, a fim de diminuir a quantidade de esgoto depositado na água. Aliado a isso, a escola deve realizar palestras sobre a importância da sustentabilidade para a diminuição da contaminação dos recursos hídricos e, dessa forma, aumentar os índices da água apresentado pelo jornal folha de São Paulo.