A qualidade da água no Brasil

Enviada em 14/05/2020

Em um dos episódios da serie ‘’Aruanas’’ é exibida uma cena em que uma das ativistas que faz pesquisas entorno do rio Amazonas constata que a maior bacia hidrográfica do mundo, em volume, estava contaminada. Apesar de ser uma obra cinematográfica, essa é a realidade do Brasil. A nação que é privilegiada com recursos hídricos não parece ser a mesma que demonstra a obra da realidade: a má gestão e os baixos investimentos.

Primordialmente, é necessário observar exemplos no qual evidenciam que exista uma logística muito fraca quando se trata de água no Brasil. Em fevereiro deste ano, o Rio de Janeiro passou por uma grande crise envolvendo a qualidade e a distribuição dessa fonte tão importante para a sobrevivência, e segundo o jornal ‘’Folha de São Paulo’’ o motivo teria sido o descumprimento do protocolo de contaminação. Destarte, um simples desacordo causou uma grande instabilidade no Estado, afetando principalmente as pessoas de baixa renda, as quais não tinham dinheiro para comprar galões de água, e assim ficaram mais vulneráveis às doenças causadas por coliformes fecais, cloro, mercúrio, entre outros.

Contudo, os problema advindos da gestão da água se alastra para outros âmbitos. Um deles é o baixo investimento em casas de tratamento. Conforme o professor do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública Da Usp, as estações de tratamento não estão preparadas para o esgoto. Dessa forma, é possível compreender o motivo pelo qual, principalmente, nutrientes inorgânicos são despejados sem qualquer impedimento em rios e lagoas. Por conseguinte afetando a vida marinha, e mais tarde toda a população.

Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para acabar com essa atribulação contemporânea. Logo, cabe ao Governo Federal em consonância com os Governos Estaduais criarem um plano chamado ‘’+ Fiscalização’’, que consiste em reunir representantes das prefeitura para fazer um monitoramento ambiental diário de praias, rios, canais e estações de tratamento. Assim, garantindo um futuro em que não precisaremos mais mostrar nossos rios poluídos em obras fictícias como ‘’Aruanas’’.