A qualidade da água no Brasil
Enviada em 23/05/2020
Durante toda a história, grandes civilizações, em especial a Egípcia, floresceram e foram duradouras às margens de grandes rios, essa na margem do Nilo, onde cultivavam o alimento para o império no período da seca. Hodiernamente, mais de cinco séculos de história do Brasil e grandes avanços no campo da ciência, ainda existe desafios a serem superados para melhorar a qualidade da água no país. Diante disso, observa-se o crescimento da poluição dos rios, que por consequência afeta a economia.
Nessas circunstâncias, é válido ressaltar que a população das cidades vêm crescendo desde meados do século passado, momento em que se intensificou o êxodo rural no Brasil. Diante disso, a quantidade de resíduos a serem jogados nos rios, sem o devido tratamento, começou a se intensificar, uma vez que, o saneamento básico é precário em locais periféricos e de alto índice de pobreza. Ademais, é válido ressaltar a medida tomada pelo Governo Federal, que no ano de 2019,liberou o uso de diversos defensivos agrícolas que são proibidos em vários países. Logo, a poluição provocada por esses, afeta o lençol freático, e a qualidade dos rios.
Outrossim, a qualidade da água afeta diretamente a economia. Nota-se que praias famosos do nordeste, tendo como exemplo a de Porto de Galinha, no estado do nordeste estão sobre risco de diminuição de do fluxo de turista, devido ao alto índice de poluição em suas águas. De acordo com a pesquisa realizada pelo Jornal Folha de São Paulo, realizada no ano de 2018/2019, um terço das praias examinadas possuem classificação de suas águas sendo ruim ou péssimas. Logo, a poluição das águas afetam diretamente toda a economia local.
Medidas são, portanto, necessárias para mitigar esse quadro. Nesse sentido cabe ao Ministério Desenvolvimento Regional, por meio de uma realocação de verba para a Secretaria Nacional de Saneamento (SNS), para realizar investimento em áreas municipais que carecem de melhorias na infraestrutura, de modo a atender toda a população local. Além disso, cabe também ao Ministério do Meio ambiente, por de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Nele deve constar que a proibição do uso defensivos agrícolas que afetem a vida marinha, juntamente com a regulamentação mais rígida do uso dos pesticidas, afim de diminuir os danos provocados pelo uso do mesmo de forma irresponsável