A qualidade da água no Brasil

Enviada em 06/06/2020

A partir da Revolução Industrial, ocorrida no final do século XVIII na Inglaterra, houve um aumento da capacidade produtiva de vários setores, porém, gerou ainda maior demanda e desperdício hídrico. Nesse viés, a qualidade da água no Brasil, que é baixa, aparece como um desafio a ser superado, isso ocorre devido à agricultura e à falta de saneamento básico para a população.

A princípio, uma das razões da qualidade hídrica insuficiente é a agricultura, que além de utilizá-la em larga escala, usufrui de fertilizantes e de agrotóxicos, os quais contaminam o solo e, posteriormente, os lençóis freáticos. Desse modo, causa também danos aos rios e às vidas que deles dependem, como animais e plantas. Logo, esse cenário configura-se um problema, pois a Constituição Federal de 1988 estabelece, para todos, o direito ao meio ambiente ecologicamente preservado.

Ademais, outro fator relevante para essa situação é a inexistência de saneamento básico a uma parcela da sociedade, os mais pobres. Nessa perspectiva, o tecido social carente de água potável tende a desenvolver determinadas doenças, por exemplo, a disenteria amébica, a qual acarreta infecções intestinais. Dessa maneira, não é exercido o direito à saúde previsto na Constituição Federal em seu artigo sexto.

Infere-se, portanto, medidas a resolução desse impasse. Para isso, urge que o Ministério da Saúde evite a contração de patologias referente ao tema em questão na população, por meio do fornecimento de saneamento básico. Em suma, tal ação deverá conseguir distribuir água potável aos indivíduos que não possuem esse recurso, bem como tratar as redes de esgoto. Assim, objetiva-se impedir o contágio de parasitas gastrointestinais. Outrossim, o Ministério do Meio Ambiente é responsável por fiscalizar agricultores, no que tange ao uso de produtos químicos, a fim de acabar com a poluição de rios. Só então será possível superar o desafio da qualidade da água no território nacional.