A qualidade da água no Brasil

Enviada em 21/08/2020

O Dia Mundial do Meio Ambiente, criado pela ONU em 5 de Junho de 1972, implica no início de um processo de proteção e responsabilidade diante da preocupação do uso do meio ambiente para o progresso do desenvolvimento de vários setores da sociedade. Nesse ínterim, o regimento de proteção das florestas e rios se tornou essencial para um equilíbrio entre sociedade e natureza, tornando necessária maior atenção e fiscalização perante as invasões sobre o patrimônio -água- que é de vital importância para a perpetuação da sociedade brasileira.

Nesse contexto, a poluição exacerbada a flora por parte dos cidadãos brasileiros corrobora para o agravamento da qualidade da água dos leitos que é necessária para o uso vital à população. Sendo assim, o livro “Antes que a Terra fuja”, de Julieta de Godoy, explícita a necessidade de tratamento e interação da sociedade na busca de intervir a poluição aos leitos fluviais e a proteção das faixas de mata ciliar que corroboram para a proteção e manutenção dos rios no Brasil, por exemplo, através de maior apoio ao Sistema Nacional do Meio Ambiente(SISNAMA), que é responsável pela defesa e supervisão da fauna e flora nacional.

Outrossim, a luta ambiental vai de encontro com o progresso capitalista. Entretanto, a empatia acerca da preservação ambiental e em consequência a manutenção e proteção fluvial é de suma importância para o desenvolvimento vital em busca do equilíbrio da sociedade e para com as futuras gerações. Dessa forma, a frase de Albert Einstein, “Sem cultura moral não haverá nenhuma saída para os homens”, implica que, no contexto hodierno brasileiro, a luta econômica impulsionada pelo agronegócio revela a falta de moralidade em não pensar nas futuras gerações, tratando o meio ambiente e os cursos fluviais como posses humanas, sendo que a sociedade deve coexistir com a natureza, somente assim haverá empatia social dos homens.

Portanto, o Estado deve impor mais rigidez no combate ao garimpo ilegal e a expansão devoradora da pecuária, pois desmatam as florestas e corroboram para a violação dos leitos, por meio do aumento da fiscalização do SISNAMA em delimitar e multar infratores que penetrem nas áreas de reserva ambiental e que contribuem para a poluição dos rios, a fim de impedir a decadência da qualidade de um recurso vital que é a água. Tudo isso para que a água seja tratada com devido cuidado, pois faz parte de um recurso não-renovável e que ao cuidar dela, haverá empatia moral do cidadão para com as futuras gerações dos brasis.