A qualidade da água no Brasil
Enviada em 25/08/2020
No período colonial, em virtude do saneamento básico precário, a água que continha dejetos era despejada nas ruas. Apesar dos avanços no que diz respeito ao tratamento de esgoto, o Brasil da contemporaneidade ainda é vítima de um descaso na qualidade da água, visto que a poluição desse recurso é recorrente. Tal negligência é nociva ao meio ambiente e na qualidade de vida dos cidadãos. Dessa forma, faz-se necessário analisar essa premissa com um viés meticuloso para solucioná-la.
Em primeiro lugar, segundo o filósofo alemão Arthur Schopenhauer, o maior equívoco da sociedade é desistir da saúde em detrimento de outra vantagem. Assim, sob tal ótica, a população comete esse erro constantemente ao poluir rios e praias. Logo, a qualidade de vida da comunidade é prejudicada devido ao contato - tanto na ingestão quanto na pele - com águas que não são puras, tendo o risco do aparecimento de doenças que podem levar à mortalidade.
Outro ponto relevante é no que diz respeito ao comprometimento do Brasil na Agenda 2030 proposta pela ONU. De acordo com esse planejamento, é dever do país assegurar a gestão sustentável da água. Todavia, as corporações brasileiras que não se empenham em garantir a sustentabilidade poluem rios e mares com óleos. Assim, tais ações se tornam maléficas ao ambiente pois contribuem para a morte do ecossistema oceânico, o que implica na cadeia alimentar, resultando na diminuição das algas cuja função é fornecer oxigênio.
Portanto, infere-se que medidas públicas são fundamentais. A fim de alterar esse cenário de má qualidade da água, cabe à Agência Nacional de Águas alertar a população para essa questão por meio de propagandas na mídia. Ademais, é obrigação do governo brasileiro a criação de leis rigorosas objetivando a fiscalização das empresas que degradam o meio ambiente. Dessa forma, o Brasil poderá cumprir suas promessas sustentáveis na Agenda 2030.