A qualidade da água no Brasil

Enviada em 01/09/2020

Constata-se, na sociedade brasileira, uma problemática continuada referente à qualidade da água, a qual é pouco compreendida hodiernamente. Assim, é imprescindível promover políticas públicas, a fim de esclarecer essa questão e reverter esse contexto falho. Tal dificuldade é causada por diversos aspectos, no entanto destacam-se a crença da água como recurso abundante e a falta de qualidade no saneamento básico.

Primeiramente, é relevante salientar que o pensamento a respeito da água como algo farto é historicamente presente desde o período colonial. Segundo Gregório de Matos, nas  cartas de Pero Vaz de Caminha  já havia referência a esse líquido como muito abundante. Nesse cenário, percebe-se que até os dias atuais muitos brasileiros ainda acreditam do mesmo medo e que o uso ainda não atingiu situação crítica para mudar tal posicionamento. Desse modo, evidencia-se a relevância do estabelecimento de uma comunicação efetiva que promova reflexão e a compreensão deste tema.

Somado a isso, nota-se que o tratamento de esgoto ainda compromete o uso da água, pois seu destino final muitas vezes é realizado de modo inadequado. Segundo ao Instituto Trata Brasil, apenas 45% do esgoto passa por tratamento e os outros 55% são despejados diretamente na natureza. Dessarte, percebe-se a necessidade de modificação do comportamento tanto da população como dos órgãos gestores que são responsáveis por essas demandas.

Diante do exposto, observam-se impasses referentes à questão da qualidade da água no Brasil, reafirmando a necessidade de ações governamentais produtivas para elucidar tal problema. Portanto, compete ao Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Educação potencializar a discussão sobre o uso consciente da água, bem como de enfatizar a importância de preservar e manter tal recurso. Tais ações podem ser realizadas por meio de palestras, propagandas midiáticas e panfletos em instituições de ensino e outros espaços não formais, como as comunidades, com a finalidade de refletir sobre a necessidade de cuidar da água. Dessa forma, obter-se-á uma sociedade mais reflexiva e consciente sobre o uso e manutenção da água.

Diante do exposto, observam-se impasses referentes à questão da qualidade no Brasil, reafirmando a necessidade de ações governamentais produtivas para elucidar tal problema. Portanto, compete ao Ministério da Educação juntamente com o Ministério da Saúde potencializar a discussão sobre a o ato de doar, bem como de enfatizar a importância de comunicar aos familiares essa decisão. Tais ações podem ser realizadas por meio de palestras, propagandas midiáticas e panfletos em instituições de ensino, Unidades Básicas de Saúde e outros espaços não formais, como as comunidades, com a finalidade de refletir sobre a necessidade de se tornar um doador. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde implementar[2] nos currículos dos profissionais de saúde[2] temáticas e disciplinas teóricas e práticas que proporcionem um aprendizado mais adequado para a abordagem dos familiares que perderam um familiar, através de uma linguagem mais acessível e adequada para tais circunstâncias, com vista a proporcionar um contato mais humano e íntegro durante esse processo[7]. Dessa forma, obter-se-á uma sociedade mais harmônica e coesa, com doação de órgãos ampliadas[8].