A qualidade da água no Brasil

Enviada em 11/01/2021

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos. No entanto, a falta de qualidade da àgua no Brasil dificulta a concretização dos planos de More. Esse cenário é fruto da negligência estatal e da falta de conscientização popular.

Inicialmente, é notável que a negligência estatal é fator determinante para a perpetuação da problemática. Nesse sentido, a Constituição federal de 1988 prevê o direito à saúde e ao bem-estar social. Contudo, a persistência da qualidade da àgua em questão no Brasil demonstra o descumprimento desses direitos e agride a legislação, uma vez que o Estado não viabiliza acesso à verba para a manuntenção das redes de tratamento e distribuição. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Outrossim, Jean Paul Sartre, filósofo existencialista discorre em suas obras que o homem é condenado a ser livre, sendo responsável pelos seus atos. Ademais, a população que não tenta modificar o atual cenário da qualidade da àgua também é culpada pela situação, uma vez que a mesma não demonstra engajamento com a resolução desse empecilho, tudo isso interrompe o desenvolvimento nacional.

Infere-se portanto, que medidas são necessárias para combater a falta de qualidade da àgua no. Assim, o Ministério da infraestrutura modificar os canais de tratamento, por meio de readequação e estabelecimento de padrões de qualidade, além de repaginar os canais de distribuição, por meio de reformas e modificações para manter a qualidade da àgua até o consumidor, além do Ministério da Cidadania que por meio de aplicativos e pela mídia instruir a populção sobre a observação e os padrões de excelência que devem-se ter esses serviços, a fim de promover uma melhor qualidade de vida a população. Somente assim a coletividade alcançará a Utopia de More.