A qualidade da água no Brasil
Enviada em 13/06/2021
Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), cerca de 84% das cidades necessitam de investimentos urgentes para adequação de seus sistemas produtores de água potável. Dessa maneira, é permitido entender que o défice da hidrosfera referente ao Brasil é recorrente, e não deve ser considerado apenas um desleixo social, mas sim um problema político e individual de razões inaceitáveis. Por isso, é indispensável que ocorra uma remodelação imediata em prol de uma evolução.
De acordo com o Instituto Trata Brasil (ITB), apenas 45% do esgoto gerado no território brasileiro passa por tratamento. Nessa lógica, revela-se que a falta de busca dos políticos por melhorias no que se tratam de desenvolvimento e principalmente tratamento hídrico, causam enormes impactos de principal receptor, o cidadão, que em sua maioria dispõe de baixa qualidade de vida. Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa conjuntura.
Ademais, é de suma importância o entendimento de que o próprio indivíduo e suas ações contribuem para um avanço, seja ele positivo ou negativo. Assim sendo, são vistas diariamente publicações de sítios tecnológicos que abordam a grande falta de interesse pessoal pelo cuidado ao meio ambiente, resultando em grandes poluições de rios e reservatórios, o que reflete em um futuro obscuro para as próximas gerações.
Destarte, certos atos podem abrandar esses empecilhos, dentre esses então, a atitude de políticos no ampliamento de redes de saneamento básico em áreas rurais por meio de projetos governamentais e fiscalizações em conjunto com o Ministério da Saúde, diminuindo os índices de regiões com baixa qualidade de vida, além de uma atitude populacional e individual no aumento de cuidados referentes a natureza, refletidos em discursos públicos e a criação de projetos com intenção de diminuir esse óbice em que se encontra o país. Feito isso, será visível um futuro próspero e de qualidade.