A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 10/09/2021

A nutrição nunca esteve tão distante das mesas das famílias

A fome durante a pandemia é relacionada com históricos problemas como: a escravidão, o machismo, e por fim, o êxodo rural, que quando foi realizado em massa, fez com que o Estado passasse suas preocupações e investimentos apenas para as áreas urbanas. Portanto, entende-se que, uma parcela da população com dificuldade em conquistar um emprego e um sustento de qualidade, com uma pandemia avassaladora para a economia, têm ainda mais problemas para alimentar-se. A pandemia passou a ocupar o índice de 14,4% segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, levando essas pessoas á extrema miséria e sem segurança alimentícia.

Decerto, o desemprego o período pandêmico, com o isolamento social e a quebra na economia, aumentaram em todo o país, afetando diretamente o acesso às condições básicas de prioridade: alimentação, educação e saúde. Em zonas periféricas, por exemplo, são constituídas 32,1% das famílias com a média de mais de 2 filhos (segundo o Instituto SAEDE). Isto é, famílias sobrevivem com resto de alimentos e uma miséria incessante.

Em sintese do êxodo rural iniciar em 1960, uma população de zonas rurais e periféricas aproveitando o acesso integral e de qualidade conforme as condições necessárias para a sobreviência, além do fato de que desigualdade somado a carência de necessidade levam famílias pobres á uma pobreza maior. Problema relatado na música Xibom Bombom de As Meninas, lançada em 1999 e que se tornou muito conhecida; nessa música uma frase ficou muito conhecida por representar a situação atual “o de cima, sobe e o debaixo desce”. Como também a situação é retratada na série 3%, onde retrata a desigualdadade entre dois lados, e o pobre sem acesso a nada está cada vez mais na miséria.

Com o intuito de cessar os problemas ocasionados pelo desemprego e a falta de assistência aos mais pobres, é de responsabilidade do governo a viabilização de verba para Instituições de auxílio a essa parcela da população. Essas instituições devem ser instruídas e influenciadas pelo Ministério da Cidadania e da Economia através de recompensas tributárias como: isenção de impostos e preferencias no acesso a serviços públicos de saúde. Assim, instituição com maior poder aquisitivo e incentivo alcançar maior número de pessoas e, avançar no extermínio da fome nas famílias. Por fim, é de responsabilidade do Governo Federal a aplicação da proposta de Alessandra Ribeiro (candidata do PSdoB) que apoia a criação de um fundo de renda mínima e microcréditos para pequenas empresas e trabalhadores informais com recursos das autarquias, além de incentivar industrias a apoiar a economia na zona rural, assim, incentivando a empregabilidade no local.