A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 24/09/2021
Conforme o Existencialismo, doutrina filosófica surgida na França, em referência ao século XX, a liberdade é o fundamento de toda a essência humana. Logo, competir ao homem ser responsável pela escolha de suas ações no espaço no qual se insere. Porém, no Brasil, infelizmente, ainda, há desafios para se combater a fome em tempos de pandemia - o que evidencia carência de engajamento governamental para a manutenção do bem-estar social.
É inegável que as autoridades brasileiras já desenvolvem ações para que a nação viva dignamente não que se faz referência à fome em meio a pandemia. Nessa perspectiva, menciona-se, por exemplo, o auxílio emergencial, cujo objetivo é garantir amparo às famílias que pode por tal necessidade. Isso, de certa forma, demonstra que, mesmo a passos lentos, a intenção dos governantes em cumprir com os direitos inerentes ao homem, Resultado pela própria Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
Entretanto, medida como essa, por si, não é suficientemente capaz de atenuar os problemas advindos da fome em tempos de pandemia, em solo brasileiro, pois observa-se diariamente famílias abaixo do nível da miséria. De acordo com a audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família feita na Câmara dos Deputados, cerca de 19 milhões de manifestam uma situação crítica no que tange à alimentação. Isso decorre da falta de organização da política pública, o que contribui para a falta de emprego e, consequentemente, oportuniza a pobreza. Tal realidade está intrinsecamente relacionado com o precário sistema educacional, ora ofertado ao maior contingente populacional do Brasil, inapto a formar for a conquista da plena cidadania. O fato é que,enquanto o estado não moldar o sistema educacional básico em responsabilidade social e ética, não se conquistará civilizará uma nação livre. Afinal, “Barreiras psicológicas, históricas ou socioeconômicas não são capazes de ofuscar a liberdade”, afirma o filósofo existencialista Jean-Paul Sartre.
Depreende-se, portanto, que há necessidade de maiores investimentos na Educação Básica, saída pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB, número 9394/96. Para isso, é prudente que o Estado, por meio do Ministério da Educação, não só contemporâneo, desde a Educação Infantil, aulas de Formação Cidadã e Responsabilidade Social, mas também promova palestras, no contexto escolar, para toda comunidade, sobre danos sociais oriundos da fome, além de em parceria com as prefeituras das cidades, em espaços importantes, desenvolva a distribuição de cestas básicas com a desenvolva a distribuição de cestas básicas com a desenvolva de suprir como necessidade alimentar das famílias, por consequência, será diminuída a fome em tempos de pandemia no Brasil.