A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 10/09/2021

No filme “O Poço”, retrata a desigualdade aos alimentos, essencial à dignidade humana. Fora da ficção, no atual momento brasileiro, pode-se ver que essa discrepância está presente na sociedade atual, em que alguns estão famintos e outros fartos. Com isso, emerge um problema sério, em virtude dos obitos por fome e a desnutrição que as pessoas com escassez de alimentos pode vim a ter.

Dessa forma, em primeira analise, os óbitos por fome é um desafio presente no problema. Na obra “A longa noite da fome”, demonstra em uma das cenas, a mãe chorando e dizendo que se seu filho acordasse, ela não teria nenhuma comida para lhe dar. O que é revoltante, pois essa cena fantasiosa é a realidade de muitos brasileiros. Muitas famílias ficaram desempregadas depois do novo covid-19, sem renda elas só sobrevivem por cestas básicas, que muitas das vezes não são suficiente, o que causa esse desalento na sociedade.

Além disso, a desnutrição por falta de alimentos intensifica a gravidade do problema. Para Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar dos cidadãos. Porém, tal responsabilidade não está sendo honrada quanto as pessoas com desnutrição, devido à falta de nutrientes, visto que o governo não está tomando atitudes que mudem a situação. Assim, para que tal bem-estar seja usufruído, o Estado precisa sair da inércia em que se encontra.

Portanto, é imprescindível atuar sobre esse problema. Para isso, o Poder Público deve criar políticas públicas, por meio de investimentos na questão da fome em tempos de pandemia, a fim de reverter a insuficiência legislativa que impera. Tal ação pode, ainda, contar com ajuda de um estabelecimento que ajudará essas famílias em situação de fome, com marmitas de comidas. Dessa forma, será possível uma sociedade diferente do que foi no filme “O poço”.