A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 10/09/2021
Durante a Idade Média, o mundo passou por uma crise mundial, uma de suas causas foi a Peste Negra, doença responsável pela morte de quase 25% da população mundial, além de causar miséria e fome. Nos dias atuais, o cenário se repete, a fome vem se tornando avassaladora, apesar de ser um direito de todos, prescrito no 5º artigo da Constituição federal de 1988. Assim, dentre seus principais responsáveis, está o governo e suas políticas públicas, ou falta delas, além da inflação desordenadamente crescente dos últimos meses.
Dessa maneira, o governo brasileiro interfere diretamente no aumento no número de casos, o que gera gastos familiares, e possíveis faltas monetárias. No ano de 2021, segundo dados da Globo, o governo brasileiro foi responsável por recusar inúmeras propostas de vacinas, dentre elas, a Pfizer, que tentou solicitar diversas vezes a fabricação de vacinas. Não suficiente, o presidente fez propagandas no horário eleitoral, incentivando o uso de medicamentos sem nenhuma comprovação científica - Cloroquina, além dele andar constantemente sem máscara e gerar aglomerações.
Não obstante, a inflação no país está altíssima, chegando a números exorbitantes, assim como aconteceu durante a ditadura militar brasileira, na qual, os índices poderiam variar até 50% de um dia para o outro. Segundo a Globo, no ano de 2021 carnes bovinas que custavam cerca de R$ 23,00 chegaram a R$ 48,00 essa diferença presente em vários outros produtos como óleo, arroz, gás de cozinha… Essa realidade tem levado pessoas a pedir frequentemente ossos nos açougues do país.
Assim, causas como inflação e o “desgoverno” atuando contra a ciência, estão entre as principais causas do agravamento da fome. Portanto, buscando maneiras viáveis de trazer mais igualdade, cabe ao governo federal, e aos poderes legislativo e executivo, a elaboração e sanção de uma lei, no qual o objetivo é acompanhar as variações nos preços, de produtos de necessidade básica, como alimentação e saúde. Nesse cenário, a cada reajuste na inflação o salário mínimo, estimado em R$ 1.045,00 deve ser reavaliado, garantindo um ajuste mínimo a cada 6 meses. Espera-se com isso uma diminuição no número de pessoas passando por necessidades básicas, garantindo uma maior igualdade social.