A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 13/09/2021

No livro “Quarto de despejo” a autora evidencia como a fome faz parte da realidade de pessoas marginalizadas. Dessa maneira, fica evidente a questão da fome que foi agravada durante a pandemia de Covid-19, sendo baseada no aumento de pessoas que perderam o emprego e aos impactos que a economia trouxe aos preços dos alimentos.

Primeiramente, é necessário avaiar o papel da empregabilidade. Dessa forma, a pandemia recuou o movimento do mercado, visto que as lojas tiveram que ser fechadas e com isso parte da população foi demitida, o que traz  a falta de dinheiro e que afeta a capacidade de boa alimentação. Prova disso, é que dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) mostram que o desemprego aumentou em 6% em relação aos anos anteriores. Portanto, fica claro a relação entre fome e a falta de empregos.

Além disso, a inflação é um fator motivador. Desse modo, os produtos tiveram um aumento de preço nesse período, dado que, houve um aumento da inflação durante o período e com produtos mais caros , a sua obtenção fica mais difícil, o que agrava o déficit alimentar. Isso é comprovado com dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) a inflação chegou a 7.27%, valor maior que anos anterios. Portanto, fica evidente que alimentos mais caros influenciam negativamente na possibilidade de alimentação.

Em síntese, há a necessidade de alteração de cenário. Logo, o Ministério da Economia deve trabalhar para aumentar as vagas de emprego, por meio de incentivos fiscais as empresas na área de contratação, como diminuição de impostos, para que seja vantajoso a contratação de novas pessoas e o índice de pessoas desempregadas diminua. Outrossim, ele deve atuar de modo a diminuir o preço de produtos, por meio de diminuição da produção de dinheiro, o que traria uma diminuição dos valores dos produtos e aumentaria a capacidade de compra para a população. Com isso, a longo prazo, será aumentado a qualidade de vida do povo e a fome será combatida.