A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 27/10/2021

A obra “Waldren II”, do psicológo norte-americano Burrhus Frederic Skinner, apresenta uma sociedade em plena utopia, a qual se caracteriza pela ausência de conflitos. No entanto, essa não é a realidade vivenciada pelos brasileiros uma vez que a fome em tempo de pandemia se deu o aumento do desemprego em massa das grandes e médias corporações. Como também, a desorganização admistrativa físcal propôs o aumento nos impostos sobre os produtos de alimento base como arroz e feijão. Diante disso,tratar esse fato é fundamental para compreender os estigmas mentais.

Mormente, é lícito que a ineficiente atuação do governo está entra as causas do problema. Nesse sentido, de acordo com Thomas Hobbes, filósofo contratualista é dever do Estado zelar pelo bem-estar dos cidadões. No entanto, a realidade nas regiões mais afetadas como norte e nordeste sofre com a fome , devido a logística mal planejada e com isso população carente tem o prejuízo, pois, não teve a oportunidade de ter uma base solída de ter o conhecimento dos seus direitos humanos. Assim, é inadmissível que os órgaos competentes permaneçam inertes quanto à essa situação.

Por consequência, na pandemia aconteceu que o rico continuou tendo lucro e fartura de alimento e o pobre tendo um declínio para a miséria, devido ao tão auto valor inatingível para se comprar os alimentos. Além disso, ajuda emergêncial do governo oferecida a população e aos empresários é inferior dos indicadores da inflação tributada. Dessarte, é inaceitável que tal conjuntura continue desse formato.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar o entrave. Logo, com o fito de mitigar os danos causados a fome no Brasil, cabe ao Ministério da econômia desenvolver por meio de projeto de lei, uma redução das taxas tributarias dos alimentos, e auxílio emergencial ser de um valor digno para a população poder vivier com o mínimo de dignidade. Por fim, espera-se que esse quadro seja superado, e os ideais de Skinner alcançados pela Nação.