A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 14/09/2021

Na série, The Walking Dead, relata uma pandemia causada por um vírus que transforma pessoas em zumbis. Os sobreviventes desse surto, tem de procurar alimentos para sobreviver, porém muitos acabam morrendo de fome. Trazendo essa ficção para os dias atuais, é possível observar na atualidade que o mundo vem passando por uma pandemia em decorrência da covid-19. Umas das consequências aumentadas por esse período deplorável foi a fome, que teve seu alargamento a partir do aumento do preço dos alimentos e o desemprego gerado.

Em primeiro lugar, cabe relatar que, a falta de emprego gera uma poupança financeira baixa, o que traz a falta em verbas para comprar alimentos. De acordo com o IBGE, a taxa de desocupações no trabalho foi de 14,7% no trimestre fechado em abril de 2021, com mais de 489 mil pessoas desocupadas, totalizando 14,8 milhões à procura de serviço. Outro ponto importante para abordar essa questão, está exposto no site da CNN Brasil onde alega que em maio de 2021 registrou o maior aumento mensal nos preços médios de alimentos em mais de uma década, atingindo 4,8% no aumento. Concluindo este ponto, a falta de emprego resulta a imprecisão no dinheiro que leva a escassez de comida.

De tal modo, é preciso medidas rápidas para dar um fim a esse impasse global. Para acabar com o desemprego, o governo deve racionalizar e ampliar a base tributável combinada com a desoneração parcial da folha, por meio da criação de sistema seletivo de alíquotas reduzidas. Similarmente, carece em evitar “paliativos tributários” e afastar-se de uma nova espécie de CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeiras) que venha taxar meios financeiros digitais e o comercio eletrônico. Outro ponto para finalizar a contestação “passando fome”, novamente, cabe ao governo estabilizar o preço dos alimentos por meio de aumentar a oferta e procurar mediar a demanda, e buscar novos modos para aumentar o valor da moeda. Dessa forma , o problema da fome terá seu fim.