A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 01/11/2021
Segundo o G1, “número de famílias em situação de extrema pobreza cresce 16,9% em Campinas, entre os anos de 2020 e 2021”, esse cenário ocorre em todo o país, no qual a má distribuição de renda prejudica principalmente os cidadãos menos favorecidos financeiramente. Dessa forma, a questão da fome durante a pandemia tem como causa não só a alta taxa de desemprego, mas também no aumento da inflação.
A princípio, durante o período de enfrentamento da Covid-19, a taxa de desemprego atingiu 14,7% dos brasileiros, maior percentual já registrado no país, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nessa perspectiva, devido as medidas de proteção, somente os serviços essenciais poderiam funcionar, por isso os demais comércios não haviam fluxo de caixa suficiente para manter todos os funcionários. Em suma, muitas famílias perderam a sua renda mensal e não existia meios suficientes para manter a alimentação de todos os membros da família.
Além disso, com a instabilidade econômica no Brasil houve o aumento da inflação, episódio que eleva os preços dos produtos para o consumidor. Desse modo, em decorrência da alta dos valores e a junção da taxa de desemprego, é notório que as famílias de baixa renda não conseguem adquirir a mesma quantidade de alimentos se comparado com os anos anteriores. Em virtude dos fatos apresentados, mais famílias sofrem com a fome em tempos de pandemia.
Logo, cabe ao Poder Executivo, em parceria com o Ministério da Economia, realizar projetos de incentivos para as empresas, por meio de facilidade de crédito no empréstimo com isenção nas taxas para que esses emprésarios consigam manter o quadro de funcionários e realizar novas contratações, a fim de fomentar o comércio e diminuir a taxa de desemprego. Assim, com o decorrer do tempo, a economia e a inflação irá melhorar, benefiará a todos.