A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 28/10/2021

O termo “Atitude Blasé’’ foi proposto pelo sociólogo alemão Georg Simmel no livro ‘‘The Metropolis and Mental Life’’ e indica situações em que um indivíduo ou instituição passsa a agir com indiferença em meios às situações que ele deveria dar atenção. Conceito que condiz com a realidade nacional atual da fome, uma vez que o Estado brasileiro oculta a realidade dos impactos desse óbice no país. Isso gera, portanto, um outro fator motivador para a falta de alimentos na mesa da população, que é a pouquidade de programas de doações de comida.

Em primeiro plano, vale ressaltar que a ausência de compromisso estatal com as pessoas em situação de fome é a principal causa do revés. Uma pesquisa com indivíduos vulneráveis em relação a esta temática, feita pelo jornal mineiro ‘‘O Tempo’’ transpareceu que 98% dos entrevistados disseram que tiveram pouco ou nenhum apoio do governo para colocar alimento em suas casas. Esse fato, infelizmente, implica na piora dos índices de qualidade básica na alimentação dos brasileireos.

Outrossim, a carência de movimentações governamentais para ceder de forma gratuita comida aos brasileiros é um dos motivos para o agravamento no número de pessoas presentes na circustância abordada anteriormente. Segundo Aristóteles, filósofo grego, a política tem como função preservar a integração dos indíviduos da sociedade. Porém, lamentavelmente, não é o que acontece no Brasil.

Portanto, são essenciais medidas operantes para que a questão da fome seja mais bem trabalhada. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde, juntamente aos governos municipais, criarem campanhas de doações de alimentos em massa, por meio da destinação de maiores verbas ao setor de saúde de cada cidade. O novo montante que será enviado virá de arrecadação de impostos de pessoas extremamente ricas, com rendas anuais superiores a um milhão de reais. A medida possibilitará a melhor distribuição de alimentos e redução nos índices de escassez alimentícia.

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