A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 16/09/2021
A Constituição Federal de 1988 – norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro – tem como objetivo fundamental, assegurado meio pelo terceiro artigo, a saúde e o bem estar de todos. Entretanto, é incontrovertível que a gestão ineficiente de combate à fome, no país, em um momento pandemico, impede uma notória parcela dos cidadãos brasileiros de usufruírem esse direito na prática. Vários fatores contribuiram para que a fome em meio o tempo de pandemia aumentassem um desses foi o a elevação dos preços dos alimentos e o desemprego gerado.
Em primeiro momento deve ser relatado a escassez de empregos gera uma grande quantidade de pessoas sem renda para comprar alimentos. De acordo com o IBGE, 10,3 milhões de brasileiros passam fome. Com a pandemia, o aumento do desemprego e das desigualdades, o problema tem se agravado. Vale destacar também o auto custo dos alimentos que impede aqueles que não possuem uma renda fixa. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação começou a registrar um aumento gradual em 2020. Desde então, o preço do óleo de soja subiu 87,89%, o arroz ficou 69,80% mais caro e a batata passou custar 47,84% a mais.
Portanto, tendo em vista esses problemas medidas devem ser tomadas. A princípio, o Governo Federal, através do Ministério da Cidadania devem criar projetos para auxiliar aos que foram fortemente atigindos pela fome durante a pandemia com recursos tanto quanto alimentares quanto relacionados a maiores possibilidades de empregos. Dessa maneira a população consuiguirá se reestabelecer de maneira promissora.