A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 19/10/2021
Desde a Peste Negra, ocorrida na Europa, a sociedade passa por problemas em relação à pandemia. Porém, na atualidade tal entrave não atinge somente a saúde da população, como também a economia do país. Assim sendo, aumentou-se o preço da maioria dos produtos nacionais e internacionais, atingindo até mesmo o campo alimentício. Visto isso, ocorreram diversos casos de fome pelo planeta, tanto por conta das inúmeras demissões em massa, quanto pela má influência dos grandes representantes do mundo.
Em primeiro lugar, deve ser ressaltado como a quantidade de funcionários dispensados agravou o cenário da fome mundial. Nesse viés, é pertinente trazer o discurso do filósofo Thomas Hobbes, o qual disse que o Estado é responsável por garantir o bem estar da população, porém é visto que tal obrigação não é refletida na sociedade. Diante desse fator, muitas famílias passam necessidades diariamente por conta das abundantes demissões, na qual o governo deveria garantir o básico para todos, como o primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos diz: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos". Dessa forma, por não conseguirem comprar comida para casa, certamente agrava a questão da fome em tempos de pandemia.
Em segundo lugar, vale salientar como a influência dos comandantes nacionais pode acentuar negativamente para tal assunto. De acordo com o filósofo Confúcio, não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros. Sob esse prisma, alguns representantes mundiais, no início da pandemia, tratavam o tema de maneira displicente, como se não precisasse de uma grande atenção. Entretanto, a situação do mundo foi piorando drasticamente e continuaram insistindo nisso. Por conseguinte, a população não agiu da melhor maneira para acabar com o entrave, atrasando a recuperação econômica do país, consequentemente alavancando os preços da comida. Dessa maneira, acabam prolongando a volta da normalidade social, e da distribuição igualitária do alimento.
Torna-se evidente, portanto, que são necessárias medidas capazes de cessar tais adversidades. Para isso, cabe ao Estado conceder o alimento necessário para cada cidadão do país, por meio de investimentos em centros de ajuda comunitária, a fim de que a população não passe fome na pandemia. Além disso, é preciso que os representantes dos países contribuam positivamente para o incentivo a vacinação, com o intuito de acelerar a volta da normalidade social, consequentemente a volta do preço de mercado. Ao realizar tais intervenções, certamente o mundo passará facilmente por essa situação.