A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 19/09/2021

A Revolução Francesa, foi um grande marco histórico que trouxe para o conhecimento de todos os princípios de constituição; “Liberdade, Igualdade, e Fraternidade.” Entrentando, essas vertentes não estão cumpridas nas questões da fome, acarretando desafios como a desigualdade e crises extremas por falta de acessos econômicos. Assim, faz-se necessário analisar os meios que sustentam a pobreza, a citar, a ausência de um apoio adequado as famílias carentes e a falta de solidariedade.

É importante ressaltar prioritariamente, a ausência do apoio as famílias que depende com a fome e desigualdade. No site “Economia.uol” 55,2% dos brasileiros estão em risco de não terem direto de acesso aos alimentos. Nota-se, outrossim, que é necessário um apoio do Governo para aqueles que têm direitos iguais.

Em segundo lugar, destacar destacar o desemprego por causa de meios secundários. Essa vertente, é reforçada no site “Unicef.org” é uma pandemia que não aumenta os taxa do desemprego, e cerda de 9,9% dos indivíduos afetados. Assim, é preciso reformular as ações de trabalho com apoio econômico a esses proprietários.

Destarte, medidas são necessárias para resolver os problemas relacionados às questões da fome em tempos de pandemia. Para tanto, o Ministério da Educação deve, ações reformulares com o apoio de professores e Associações sociais, não incentivo de doação de alimentos para assim, obter cestas básicas no intuito de ajudar como famílias que passam fome a terem alimentos fornecidos. Além disso, o Ministério da Economia deve fomentar uma solidariedade utilizando-se de projetos que ajudem aos desempregados, com bolsas de cursos preparativos e incentivos econômicos; para que melhore a qualidade de vida dos brasileiros. Mediante a essas ações concretas, a realidade da Revolução Francesa sendo vivenciada, obter obter liberdade, igualdade e fraternidade para todos.