A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 28/09/2021
Para o filósofo argentino Enrique Dussel, a fome do oprimido é o resultado de um sistema injusto. Sob essa ótica, vê-se que o Brasil se encontra em dificuldade, dado que, após o início da pandemia da Covid-19 até os dias atuais, ocorreu um aumento significativo de 9 milhões de brasileiros que se encontram em estado de escassez alimentícia em seus domicílios, segundo o G1. É prudente apontar, diante disso, que tal situação se sucede por conta da pandemia ajudar na atenuação de empregos no mercado de trabalho e o aumento dos custos de produtos alimentícios.
Nesta linha de raciocínio é valido frisar que com a pandemia, muitas empresas precisaram encerrar-se ou demitir alguns funcionários, - onde muitos saíram sem seus direitos - aumentando o número de desempregados. No programa de televisão “How I Met Your Mother”, o protagonista denominado Teddy havia sido demitido de seu emprego, e para sobreviver teve que consumir macarrão instantâneo e ainda precisando racionar tal alimento.
Consequentemente, com a pandemia ocorreu um aumento tanto nos preços de alimentos, quanto em outros produtos como a gasolina. Tal problema ocorre devido à desvalorização do real, além do aumento da inflação, os quais com o cenário de crise do brasil, teve os processos de produção até o produto para o consumo final com seus preços mais elevados, que somados a falta de emprego proporcionam pobreza, ocasionando a fome de muitos.
Logo, fica evidente que com a pandemia, ocorreu o aumento dos preços e a diminuição de vagas de empregos. Portanto, é dever do Governo Federal, - pode executivo máximo do país – gerar empregos afim de aumentar a economia do país, ocasionando com na valorização do real.