A questão da fome em tempos de pandemia

Enviada em 28/09/2021

Em face da realidade que estamos vivendo em meio a pandemia, a fome e os desafios da pobreza tem se agravado muito. A má distribuição de renda e a grande desigualdade social brasileira contribui com esse problema. Neste cenário atual de isolamento social onde uma grande parte da população ficou sem emprego e sem poder ir trabalhar, a renda delas acabou ficando escassa e a inflação só aumentou.

É indiscutível que a irregular distribuição de renda do Brasil traz diversos desafios para o povo. O que faz a renda aumentar é a produtividade, não a doação do mais rico para o mais pobre. Os mais produtivos não deveriam ser afetados e os menos produtivos recompensados. A desigualdade é resultado desta má administração da distribuição de renda, o percentual de pessoas vivendo com renda menor que um quarto do salário mínimo era de 20,2% em 2012, saltou para 24,5% no começo de 2020 e subiu para 29,4% nesse ano, segundo uma pesquisa feita pelo Observatório das Metrópoles, junto com a PUC-RS.

Todos sabem que, em nosso país, a inflação tem aumentado cada vez mais. O acúmulo do índice é de 8,59% no último ano e quem sofre são as pessoas de baixa renda. Gasolina, arroz, feijão, óleo, coisas básicas para viver, tudo com preços altos e aumentando. Muitas famílias precisando de ajuda e passando fome por causa dos preços exorbitantes do Brasil.

Diante dos fatos analisados, é visível que esse problema afeta todo o brasil e o povo brasileiro e faz-se necessário a mudança deste quadro vivido por muitas pessoas. É dever do governo mudar esse cenário e fazer que a distribuição de renda seja igualitária e que a inflação mude seu rumo e se torne acessível à todos os indivíduos, também poderiam promover doações e fornecer cestas básicas a moradores necessitados.