A questão da fome em tempos de pandemia
Enviada em 01/10/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1945 pela ONU, Organização das Nações Unidas, garante todos os cidadãos o direito à alimentação de qualidade e dignidade humana. Entretanto, a pandemia piorou muito a situação da fome e deixou o Brasil signatário no acordo supracitado. Dessa maneira, infrações aos objetivos mundiais pelo bem do povo e o descaso governamental se destacam como pilares para a persistência do problema.
Em primordio, é crucial citar a desumanização contemporânea, resposável por ficar estagnada diante da triste realidade da nação. Para confirmar, dados do Ministério dos Direitos Humanos de 2019 mostraram aumento de 32,9% em violação à cidadania no Brasil. Portanto, é preciso esforços contra esse cenário.
Ademais, é importante apontar um governo falho com suas funções como órgão capaz de mudar nações. Em análogo, de acordo com o chanceler alemão Bismarck, “A política é a arte do possível”. Entretanto, o sistema político brasileiro é incapaz de promover a alimentação à sua população. Logo, é necessário mobilização para findar a fome.
Por conseguinte, é imprescindível que a mídia aliada às escolas, difusoras de informação e opinião, pressionem as comunidades para cobrar iniciativas do governo pela digna alimentação, por intermédio de debates e palestras interativas com propostas de manifestações pacíficas. Nessa perspectiva, o governo deve democratizar o acesso aos auxílios de alimentação, por meio de campanhas auxiliada por verbas dos Direitos Humanos. Assim, o Brasil terá forças para progredir com honra.